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O Verdadeiro Pacto

Não trairei o sangue do Novo Testamento

Da minha pregação Cristo é o centro

Obedecê-LO é o meu intento

Falarei agora das sãs doutrinas sem o rudimento:

Quero lavar os pés do meu irmão

E oscular também a sua mão

Ver as irmãs cobrindo-se com o véu

Em sinal de poderio aos anjos lá do céu

Não quero pregar outro batismo

Senão aquele que é no rio, por imersão

Não quero compactuar com o feminismo

Nem com mulher no púlpito no lugar do varão

O divórcio não agrada a Deus

Mas só duas opções há para quem se separar:

Ou se reconciliar ou ficar sem casar,

Pois de maneira contrária procedem os ateus

As minhas vestes devem ser santificadas

Portanto, curtas não devem ser

E para que sejam decentes e imaculadas

O outro lado não se pode ver

Irei cear com o pão ázimo do Novo Testamento

Não é com pão de padaria nem de supermercado

E tomar o vinho feito da uva, sem álcool ou fermento

Nem tomar em quantidade para ficar embriagado

Em consagração todo o cristão deve estar

Para os dons do alto poder receber

E estando revestido da santa unção trabalhar

Para que outros neste Deus também possam crer.

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