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O que precisa ser mudado na Escola Bíblica para que ela seja de fato Bíblica?

    “Ponde-vos à margem no caminho e vede,

perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho;

andai por ele e achareis descanso para a vossa alma;

mas eles dizem: Não andaremos” (Jr. 6:16).

A forma de se estudar a Bíblia na Igreja sofreu transformações no decorrer dos anos. E, correspondendo às tendências de cada época, a Igreja adaptou o discurso dos seus ensinamentos às ideias que então vigoravam. Deste modo, os hodiernos Estudos Bíblicos ministrados na Escola Bíblica requerem a nossa atenção acerca dos seguintes aspectos: o que estamos ensinando; o que queremos que seja aprendido; que nível de linguagem deve referendar as abordagens dos estudos; a que categoria pretendemos elevar os nossos segmentos religiosos mediante as temáticas trabalhadas.

O perfil das lições – que é deveras importante para a absorção das ideias pelo público a que se destina: o cristão (neste caso) – deve considerar: a linguagem culta e bíblica (por esta entendemos: “reverente”, “zelosa”), e preferir o viés argumentativo bíblico ao secular ou a outras linhas de pensamento que diminuem e estagnam o intelecto do cristão ao invés de aumentá-lo.

Infelizmente, percebemos que a temática conservadora, de estilo sólido, baseado teologicamente nas Escrituras, em voga, por exemplo, na década de 60 e 70, foi substituída atualmente – por muitas Igrejas – por uma temática liberal, de estilo light, cujos argumentos são respaldados utilizando-se a Teologia, a Filosofia, a Psicologia e quase nada a Bíblia.

Como mudarmos esse quadro? Como não nos enquadrarmos no perfil negativo descrito acima? – Portando-nos como porta-vozes da Verdade, embasando-a totalmente nas Escrituras Sagradas, e não nos acomodando com as teorias de consistência limitada e com os métodos insignificantes deste mundo, os quais minam nocivamente a causa norteadora do Evangelho de Cristo.

Para tanto, porém, há um único caminho com uma condição: somente conseguiremos crescer em sabedoria se buscarmos enfocar – de todas as maneiras possíveis – os fundamentos que constituem as crenças indispensáveis aos defensores do Cristianismo Genuíno; e, esses tais são atualmente representados por aqueles que professam a restauração da Igreja ao modelo bíblico neotestamentário.

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