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A Bíblia vista pelo Poeta

Certo dia pelo Espírito Santo, entrei no maravilhoso Templo do Cristianismo. Entrando pelo átrio de Gênesis, desci até às galerias do Velho Testamento, onde os quadros de Noé, Abraão, Moisés, José, Isaque, Jacó e Daniel pediam das paredes.

Passei depois ao salão da Música dos Salmos, no qual o Espírito Santo com rapidez percorria o teclado da Natureza, parecendo que todas as palhetas e tubos do grande órgão de Deus respondiam à melodiosa harpa de Davi, o suave cantor de Israel.

Fui até à Câmara de Eclesiastes e ali ouvi a voz do Pregador e à estufa de Saron, onde a Rosa e o Lírio dos Vales, com seu odor, perfumaram a minha vida.

Entrei no Tribunal de Provérbios e depois no observatório dos profetas, no qual telescópios de diferentes tamanhos que apontavam, à grande distância, para os acontecimentos, mas todos centrados sobre a Estrela da Manhã.

Entrei também no salão das audiências do Rei dos reis e alcancei uma visão da Sua Glória ao fixar os quatro pontos cardeais de Mateus, Marcos, Lucas e João.

Passei depois aos Atos dos Apóstolos, onde vi o Espírito Santo fazer a Sua obra na formação da Igreja em seu tempo primitivo.

Em seguida, dirigi-me à sala da correspondência e vi lá, sentados, Paulo, Pedro, Tiago e João a escreverem as suas cartas.

Subi depois à Sala do Trono da Revelação – o Apocalipse – e, do cume inabalável da torre, obtive uma visão do Rei sentado no trono em toda  a Sua glória.

(Billy Sunday)

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